VENCEDORES MOSTRA IVRAS

Notícias

Sobre a RAS

A Reunião de Antropologia da Saúde (RAS) é um evento internacional que reúne acadêmicos(as), pesquisadores(as), estudantes, profissionais de saúde e movimentos sociais. Realizada a cada dois anos, desde 2015 é promovida por grupos de pesquisa de Programas de Pós-graduação em Antropologia.

História

 A IV RAS é organizada pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia – PPGA,  departamento de Antropologia e Museologia – DAM, da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, assim como, os grupos de pesquisa: Núcleo Família, Gênero, Sexualidade e Saúde (FAGES), Núcleo de Estudo e Pesquisa sobre Etnicidade (NEPE), Laboratório Interdisciplinar Natureza, Cultura e Técnica – AYÉ, juntamente com o Grupo Gênero, Corpo e Sexualidade (GCS/UFRN), o Grupo de Etnologia, Tradição, Ambiente e Pesca Artesanal – ETAPA (PPGAS/UFRN), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o Coletivo de Antropologia e Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (CASCA), o Grupo de Pesquisa em Saúde, Sociedade e Cultura da Universidade Federal da Paraíba (GRUPESSC/PPGA/UFPB), o Núcleo de Pesquisa em Gênero, Saúde e Direitos Humanos – Mandacaru, da Universidade Federal de Alagoas (PPGA/UFAL) e o Museu das Parteiras – UFPE. Com o tema “Eventos Críticos e Cotidianos de Saúde” buscamos dar visibilidade aos eventos de saúde global e locais como pandemias, epidemias e seus impactos na vida e nas políticas públicas de saúde, assim como eventos cotidianos relacionados ao campo da antropologia da saúde, a partir de diálogo entre pesquisadores(as), acadêmicos(as), estudantes, gestores(as) públicos e movimentos sociais.

IV RAS

A IV RAS está sendo organizada pelos grupos de pesquisa do Programa Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Pernambuco (PPGA/UFPE), o Núcleo Família, Gênero, Sexualidade e Saúde (FAGES), Núcleo de Estudo e Pesquisa sobre Etnicidade (NEPE), AYÉ- Laboratório Interdisciplinar Natureza, Cultura e Técnica juntamente com o Grupo Gênero, Corpo e Sexualidade (GCS/UFRN), o Grupo de Etnologia, Tradição, Ambiente e Pesca Artesanal – ETAPA (PPGAS/UFRN), o Coletivo de Antropologia e Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (CASCA), o Grupo de Pesquisa em Saúde, Sociedade e Cultura da Universidade Federal da Paraíba (GRUPESSC/PPGA/UFPB), o Núcleo de Pesquisa em Gênero, Saúde e Direitos Humanos – Mandacaru, da Universidade Federal de Alagoas (PPGA/UFAL) e o Museu das Parteiras (DAM/UFPE).

Com o tema “Eventos Críticos e Cotidianos de Saúde” buscamos dar visibilidade aos eventos de saúde global e locais como pandemias, epidemias e seus impactos na vida e nas políticas públicas de saúde, assim como eventos cotidianos relacionados ao campo da saúde, a partir de diálogo entre pesquisadores(as), acadêmicos(as), estudantes, gestores(as) públicos e movimentos sociais.

Objetivos

Possibilitar debates sobre políticas públicas de saúde, especialmente do SUS, à luz das demandas de eventos críticos e cotidianos de saúde incluindo movimentos sociais, coletivos e associações no que diz respeito às ações junto às populações mais vulneráveis, a partir do aporte teórico da antropologia da saúde;

Promover trocas acadêmicas entre os/as participantes, estimulando a formação de grupos e
redes de pesquisa e qualificando os conhecimentos produzidos no âmbito das reflexões e
das políticas de saúde;

Reforçar a participação dos núcleos e grupos de pesquisa que apóiam organizam e apóiam este evento: Núcleo Família, Gênero, Sexualidade e Saúde (FAGES), Núcleo de Estudo e Pesquisa sobre Etnicidade (NEPE), Laboratório Interdisciplinar Natureza, Cultura e Técnica – AYÉ, todos da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, juntamente com o Grupo Gênero, Corpo e Sexualidade (GCS/UFRN), o Grupo de Etnologia, Tradição, Ambiente e Pesca Artesanal – ETAPA (PPGAS/UFRN), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o Coletivo de Antropologia e Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (CASCA), o Grupo de Pesquisa em Saúde, Sociedade e Cultura da Universidade Federal da Paraíba (GRUPESSC/PPGA/UFPB), o Núcleo de Pesquisa em Gênero, Saúde e Direitos Humanos – Mandacaru, da Universidade Federal de Alagoas (PPGA/UFAL) e também visibilizar outros que estejam em formação na temática da saúde na antropologia;

Aumentar colaboração entre instituições de ensino superior, grupos de pesquisa e organizações não governamentais que trabalham na área da antropologia da saúde e suas interseccionalidade;

Dar visibilidade à produção realizada dentro dessa temática da antropologia da saúde dentro dos Programas de Pós-Graduação em Antropologia;

Contribuir com o acesso as discussões atualizadas e intercâmbio entre estudantes de graduação, pós-graduação, cursos técnicos, profissionalizantes, contribuindo com a formação e trocas de saberes;

Expandir o diálogo para o âmbito das instituições e profissionais de saúde, movimentos sociais e gestores;

Estreitar laços entre pesquisadores/as para a organização futura de atividades interinstitucionais, como: a) proposições de grupos de trabalho e mesas em eventos científicos nacionais e a inserção em eventos internacionais; b) colaboração em pesquisas e projeção de investigações multicêntricas; c) estratégias de circulação e mobilidade acadêmica de estudantes e professores entre as instituições; d) divulgação de resultados e publicações conjuntas;

Disponibilizar as apresentações em vídeo, papers escritos em anais eletrônicos e produzir pelo menos um livro com as principais palestras e apresentações transformadas em capítulos (tal como os resultados publicados em livro referentes a I, II e III RAS).

GTs

Confira aqui os Grupos de Trabalhos aprovados.

Victor Hugo Barreto (PPGA/UFF)
torugobarreto@yahoo.com.br
Rafael Agostini (IFF/Fiocruz/ FM/Unicid)
rafael.agostini.vbg@gmail.com

 

Durante os primeiros anos o HIV era quase uma sentença de morte, já que não havia exames diagnósticos ou drogas eficazes, restando poucas alternativas terapêuticas aos sujeitos HIV+. Acrescente-se a isso o véu das moralidades que cobriu tudo o que envolveu a doença desde o seu início e que foi um elemento atuante na produção de subjetividades e de estigmas. Hoje o cenário é outro: é possível encontrar o antígeno dias após a infecção, são mais de 20 drogas de diferentes classes para arrefecer a replicação viral e viver com HIV passou a ser uma condição de longa duração. No âmbito da prevenção, são incorporadas a testagem rápida, o tratamento como prevenção e as novas profilaxias pré e pós exposição ao vírus que encerram o ciclo da camisinha ou abstinência como únicas estratégias eficazes de gerenciamento de riscos.

Diante disso se (re)produzem novos sentidos e práticas no âmbito das políticas públicas, da incidência da sociedade civil sobre elas e das próprias subjetividades; são eles que estão em debate neste GT. Destarte, são bem-vindos trabalhos socioantropológicos que se debruçam sobre as dimensões de atuação estatal ou as práticas individuais e coletivas no que se relaciona a esse novo cenário da epidemia. O debate sobre a biomedicalização, a redução de danos, a releitura de estigmas e moralidades, o contexto emergencial da covid-19, dentre outros, são atravessamentos possíveis para se pensar os sentidos e as práticas relacionadas ao HIV/aids no contexto atual.

Cintia Engel – (UnB/UFBA)
cintiaengel@gmail.com                                   
Helena Fietz – (GEAD/UFRGS)
helenafietz@gmail.com

 

Quando refletimos sobre condições que demandam intensas relações de cuidado, como deficiência, infância, envelhecimento e doenças crônicas com altas necessidades de apoio, é recorrente nos depararmos com expectativas de autonomia e debates sobre como garantir determinados níveis de autonomia mesmo em situações de dependência. Pesquisadoras feministas nos convocam a pensar o cuidado em “seus próprios termos” (Bella Casa, 2017), ou seja, a levar em conta, como ponto de partida para o debate, as dinâmicas internas das práticas de cuidado e o que se maneja localmente como “bom cuidado” (Mol, 2008, Pols, 2015) – seja em casa, em centros de saúde ou instituições específicas. Convidamos pesquisadoras a pensar criticamente sobre o status da autonomia em situações concretas de cuidado e a partir de suas lógicas internas. Com frequência, relações de cuidado que intencionam garantir diferentes níveis de autonomia demandam uma série de interações, seja entre pessoas, com tecnologias, medicamentos, animais, a partir de arquiteturas inclusivas, em meio a modos de se mover pela cidade. Nem sempre essa multidão de elementos é conhecida e reconhecida em narrativas sobre cuidado. Procuramos por trabalhos que invistam em descrições densas sobre as redes que se engajam na busca por valores de cuidado, como a autonomia, e que lidem com uma ou mais das seguintes questões: como a autonomia entra nas negociações de bom cuidado? Que outros valores são manejados ou defendidos em situações concretas de cuidado? Que circuito de relações garante autonomia e/ou outros valores?

Sônia Weidner Maluf (UFSC/UFPB)
soniawmaluf@gmail.com
Érica Quinaglia Silva (UnB))
equinaglia@yahoo.com.br

 

Este Grupo de Trabalho (GT) visa a reunir pesquisas que abordem práticas, políticas e discursos no campo da saúde mental no atual contexto de enfrentamento à pandemia de Covid-19. A proposta comporta, de um lado, abordagens das práticas de autoatenção e cuidado, itinerários, agenciamentos sociais, saberes locais e/ou tradicionais como estratégias de sujeitos e coletividades diante do sofrimento social e de processos de saúde-adoecimento mental; e, de outro, políticas públicas e ações do Estado, instituições, redes de atendimento, políticas pretensamente universais e seus mecanismos discricionários nos modos desiguais de distribuição de direitos, incluindo as mudanças na política nacional de saúde mental e de álcool e outras drogas desencadeadas desde 2016. Estado e políticas públicas, serviços de saúde mental e instituições psiquiátricas, itinerários, histórias de vida, práticas de usuários, familiares e profissionais da saúde são alguns dos temas previstos, levando em consideração marcadores como gênero e sexualidade, raça, classe, etnia, geração e deficiência. A intenção é proporcionar a interlocução entre trabalhos que apresentem reflexões baseadas em pesquisas e/ou experiências que contribuam para a ampliação da compreensão das questões atinentes aos processos de sofrimento, aflição, perturbação e/ou adoecimento, práticas, políticas e discursos a partir de um olhar antropológico sobre esta pandemia silenciosa: sofrimentos mental e social diante da Covid-19.

Débora Allebrandt (UFAL)
debora.allebrandt@gmail.com
Maria Paula Prates (UFCSPA)
mariapm@ufcspa.edu.br

 

Este grupo de trabalho busca dar continuidade aos debates iniciados no curso de extensão Parto e nascimento: uma abordagem antropológica sobre mulheres, corpos e “vida reprodutiva” (UFCSPA, 2020). Parto, nascimento e vida reprodutiva são temas que recebem múltiplas leituras, cujo pano de fundo está imbricado junto aos direitos sexuais e reprodutivos. Ao nos aproximarmos de um diálogo entre ciências sociais e da saúde, notamos que embora “fazer junto” seja possível, lidar com os lugares de  desconforto do “ficar com o problema”, como provoca Haraway, ainda são um desafio. Parir, ser parido, fazer nascer e nascer são eventos distintos quando apreendidos desde um ângulo de vista antropológico, e que engendram uma miríade de relações e afetos. Não estamos apenas a falar de um corpo em termos biológicos, estamos a falar de poder, gênero, noções de corpo e pessoa. Buscamos, com este GT, reunir colegas interessados(as) em fomentar os ditos “lugares de desconforto” de um diálogo ou almejado diálogo com as ciências da saúde. Convidamos para submissão de artigos propostas que pretendam uma reflexão sobre configurações de saberes, técnicas, interprofissionalidade e formação profissional no campo da ginecologia e obstetrícia; abordagens que problematizem saúde pública, diretrizes de atenção às mulheres e bebês, seus corpos e agenciamentos, bem como relações de poder e hierarquias no contexto da atenção ao parto e ao nascimento. São também bem-vindas etnografias sobre partos e nascimentos, que abordem parentesco, sexualidade, corporalidades, afetos e entendimentos e práticas de parterias, sejam elas oriundas de modelos tecnocráticos, híbridos ou ditos “tradicionais”.

Daniela Calvo. (PPCIS/UERJ/NUER/AIS/CETRAB) 
dnlclv7@gmail.com
Pedro Crepaldi Carlessi. (PPGSC/FMUSP/Cerne-USP).
pccarlessi@gmail.com

 

A proposta deste GT é investigar as relações entre religiões afro-brasileiras e os diferentes modos de prevenir, tratar e cuidar da saúde nos terreiros. Pensando nestes territórios como espaços políticos e sociais onde são transmitidos e elaborados diferentes cuidados com a saúde, este Grupo de Trabalho procura dialogar com acadêmicos, profissionais da saúde, membros das religiões afro-brasileiras e movimentos sociais sobre as relações entre religiões afro-brasileiras e saúde a partir de perspectivas analíticas e de campos etnográficos variados.
Assim, o GT tem por objetivo trazer para o debate: as imbricações que modulam as experiências do cuidado da saúde no campo das religiões afro-brasileiras; os rituais, práticas e saberes matizados a partir do contato e contágio com outros campos de experiência do fazer-saúde (como, por exemplo, a biomedicina, as medicinas tradicionais e as práticas integrativas e complementares); os itinerários terapêuticos; fluxos materiais; agenciamentos humanos e não-humanos dos tratamentos; a concepção da saúde, do adoecimento e do corpo; as proposições para enfrentar, entender e viver a pandemia; as articulações políticas das comunidades afro-brasileiras e movimentos sociais a elas relacionadas em prol da saúde.

Monalisa Dias de Siqueira (PPGAS/UFRGS) 
monalisadias@gmail.com
Guilherme Rodrigues Passamani (PPGAS/PPGCult/UFMS) 
grpassamani@gmail.com

 

Este Grupo de Trabalho busca reunir reflexões acerca das interfaces entre envelhecimento, gênero, sexualidade e saúde a partir de referências teóricas e metodológicas no campo da antropologia e dessa em diálogo com áreas afins. O GT foi constituído considerando o importante processo de envelhecimento populacional no Brasil e o contexto da pandemia de Covid-19, visando oferecer espaço de discussão para pesquisas voltadas para os modos de envelhecer, os modelos e redes de cuidados, as concepções de saúde e doença, as corporalidades, as políticas de saúde, as estratégias de agência desses sujeitos em momentos mais avançados do curso da vida, bem como a gestão da vida na velhice. Interessa-nos trabalhos que dialoguem a partir de uma perspectiva interseccional, atentando para os atravessamentos orientação sexual, classe, raça/etnia, deficiências, entre outros, bem como que possibilitem pensar os desafios metodológicos e etnográficos de pesquisas com a população idosa no contexto atual. São bem vindas, igualmente, pesquisas de diferentes regiões do país, assentadas em cidades de variadas escalas, pois é possível que a partir da diversidade regional e dos diferentes contextos, possam emergir perspectivas outras que ofereçam elementos novos para pensar o tema no Brasil.

Salima Cure Valdivieso (UNAL-Colômbia/NEPE); salome116@hotmail.com Juliana Rosalen (USP/IEPÉ); julianarosalen@gmail.com
Debatedor/a:
Sirley Vieira (UFPE/NEPE) Palloma Braga(UFPE/NEPE)
A pesquisa sobre Etnicidade e Saúde vem crescendo nas últimas décadas e tem fomentado várias reflexões sobre as perspectivas sociocosmológicas singulares de inúmeras comunidades tradicionais e suas relações com políticas públicas no campo da atenção à saúde.  Diante do advento da pandemia do covid-19 essa relação tem evidenciado inúmeras dimensões envolvidas nesse campo de debate, desde os processos próprios de geração de conhecimentos, suas resiliências e transformações no tempo até a gestão da política de saúde voltada para as comunidades etnicamente diferenciadas (por exemplo, o desafio presente na formação de novas gerações de profissionais). Diante disto, temos por objetivo proporcionar convergências e interlocuções temáticas próprias à produção antropológica, impulsionando discussões e reflexões sobre os desafios, incertezas, problemas e perspectivas que esse campo contempla. Especificamente, buscamos reunir produções interdisciplinares que refletem conceitos epistemológicos e metodológicos dos estudos da Antropologia em seu diálogo tenso e contraditório com as categorias biomédicas que orientam a saúde nacional e o campo da saúde mental. Por fim, temos ciência de que as questões que envolvem essas problemáticas estão intrinsecamente relacionadas aos processos políticos e sociais mais amplos, assim, o GT abarcará uma multiplicidade de olhares dentre os quais de pesquisadores/as vinculados às comunidades e de pesquisadores/as envolvidos nesse campo de debate.
Clélia Francelina Pondja (Pesquisadora do Observatório do Cidadão para Saúde – Moçambique).
lady.antropologa@gmail.com
Lúcia Helena Guerra (FAGES/UFPE/ Instituto de Estudos da África – IEAf) 
luciaguerra.ufpe@gmail.com

 

Este GT busca reunir pesquisas que problematizem a forma como o cruzamento entre políticas públicas e gênero se apresenta no cotidiano dos sistemas públicos de saúde. Os temas que abrangem essa proposta são amplos, mas gostaríamos de focar em investigações que levem em conta os processos de saúde, cuidado e doença, que gênero, no que diz respeito aos modos de atenção, ao tipo de adoecimento e políticas públicas. Incluindo-se aí questões ligadas à reprodução, sexualidade, contracepção, etc. Estimulamos também o envio de trabalhos que possam trazer as ausências e transformações nos serviços públicos de saúde, e os impactos desta realidade na vida das mulheres. O GT ainda tem como proposta valorizar a apresentação de experiências exitosas de intervenções sociais, resistências e alternativas (estatais e não estatais) que nos ajudem a melhor compreender as dimensões entre gênero e saúde nos processos de cuidado e adoecimento, levando em consideração ainda as relações de poder e desigualdade neles envolvidas. No cenário de contexto de crise, desmantelo das politicas públicas e ameaças crescentes dos direitos conquistados, discutir a importância e os significados sociais do cuidado e da saúde das mulheres é um assunto que consideramos dos mais relevantes.

Gláucia Maria Quintino Baraúna (UACM – México/UFAM)
glauciabruna@gmail.com
Luciano Cardenes Santos (UFMT/ UNICAMP) 
lucscardenes@gmail.com

 

A contribuição das teorias e pesquisas antropológicas para consolidação do campo da saúde pública e da saúde coletiva no Brasil é notória, sendo componente presente nos currículos de formação dos profissionais de saúde. Entretanto, desde a consolidação de direitos sociais na constituição cidadã de 1988, a atuação do antropólogo enquanto profissional se expandiu, acompanhando a consolidação de formações em nível de graduação e de pós-graduação e o alargamento de espaços para o exercício do trabalho antropológico. A partir da década de 1996, cenários de atuação profissional foram produzidos, ocupados, alargados e precarizados, sobretudo com a contratualização/terceirização das atividades fins e que delegaram às Organizações Sociais a implementação de políticas públicas, entre as quais as políticas de saúde e de assistência social. Nesse sentido, observamos um campo de necessária reflexão sobre a atuação dos antropólogos enquanto profissionais, nas políticas de saúde ou de outras áreas setoriais, quer sejam os concursados em órgãos de saúde como analistas de políticas, ou os contratados de forma permanente ou precária pelas entidades executoras das ações de saúde. A tradição de interlocução e de inserção de antropólogos com grupos vulnerados, a convocação para atuação em cenários de desastres, situações de emergência, crise sanitária, ações de ajuda humanitária, as demandas para mediação de conflitos, a assessoria para aplicação de instrumentos para o diálogo intercultural, questões éticas da atuação profissional, entre outros temas serão acolhidos para a discussão sobre a atuação profissional do antropólogo no Sistema Único de Saúde e nas políticas públicas no Brasil e em outros países.

Lucas Freire (PPHPBC/FGV)
lucas.mfreire@hotmail.com
Rosana Castro (IMS/UERJ)
rosana.rc.castro@gmail.com

 

A ideia de que o Sistema Único de Saúde (SUS) luta para se consolidar desde a sua criação é uma unanimidade. Ao evidenciar as faltas e filas crônicas em diferentes regiões do país – fruto da desproporção da oferta de equipamentos, de recursos investidos e da quantidade de profissionais atuando nos territórios –, diversas pesquisas apontam que a precariedade dos serviços e a desigualdade para acessá-los é uma questão perene na saúde pública brasileira. Contudo, parte da bibliografia atual afirma que vivemos agora uma grave, inegável e inédita “crise da saúde” no país. Nesse contexto, consideramos crucial observar como acontecimentos recentes representam rupturas e continuidades no que diz respeito ao direito à saúde no Brasil.

Este GT pretende reunir pesquisas que explorem as particularidades dos cenários contemporâneos no que concerne as conexões entre desigualdades sociais, raciais, regionais, de gênero e outras; políticas de precarização do SUS e acesso à saúde, com especial atenção aos modos de caracterização, naturalização ou negligência de uma “crise”. Procuramos burilar discussões e contribuir para o urgente debate sobre o processo de “desmonte do SUS” a partir de pesquisas antropológicas que exponham e interpelem as práticas de governo que cooperam para sua fragilização, bem como os múltiplos obstáculos, possibilidades e caminhos percorridos por diferentes sujeitos, grupos e/ou populações na busca pelo acesso aos serviços e tecnologias de saúde. Em suma, buscamos provocar reflexões que abordem criticamente os modos de precarização do sistema de saúde, em especial as estratégias contemporâneas de seu sucateamento e privatização, bem como apontar para as formas sistemáticas de vulnerabilização de certos grupos e sujeitos.

Jaína Alcantara (Funcap) 
jainalc@gmail.com
Natália de Campos (UEPB) natalia262@gmail.com
Tatiane Vieira Barros (IFCE)
tativiba@gmail.com

 

 

Este GT pretende dar continuidade aos debates iniciados na III RAS e trazer novas questões. Para tanto, visa reunir comunicações onde a interface entre ciências sociais, humanas e saúde esteja em diálogo com os temas e acontecimentos atuais, como os trazidos pela pandemia da COVID-19. Pretendemos agregar pesquisas etnográficas que dão destaque às narrativas encontradas junto aos dispositivos públicos de saúde, grupos, redes e sujeitos implicados no consumo/uso/compulsão/abuso de substâncias psicoativas lícitas e ilícitas, provocando pesquisadoras e pesquisadores a trazerem trabalhos cujos temas contemplem:  antiproibicionismo, manifestações sociais de grupos, serviços ofertados pelo SUS, legislações e políticas sobre drogas, associações de pacientes e usuárias/os medicinais, grupos de ajuda mútua e temas que os atravessam como racismo, protagonismo feminista e interseccionalidade. Tendo em vista o atual cenário brasileiro, onde as disputas de discursos geram efeitos práticos, este GT busca compartilhar os desafios de fazer pesquisas etnográficas, sobretudo em um contexto pandêmico e de isolamento social, com temas que perpassam o uso de psicoativos, dispositivos e tecnologias de cuidado a partir das questões sensíveis destes campos de saberes, suas limitações e transversalidades. Portanto, considerando a etnografia e suas técnicas como parte fundamental para um olhar plural sobre práticas de uso e cuidados.

Rosamaria Carneiro (UnB)
rosagiatti@yahoo.com.br
Marina Nucci (UERJ)

 

marinanucci@gmail.com

Este GT busca reunir trabalhos que reflitam antropologicamente sobre as maternagens em suas diversas formas, a partir de diferentes perspectivas e abordagens. Para tanto, aposta na ideia da maternidade como uma prática aberta, situada e processual, que evoca uma ação – por isso, maternagens. Interessam-nos descrições do maternar contemporâneo, em sua polifonia e no que nos conta sobre a vida e teoria social. Para isso, o campo dos estudos da saúde é muito valioso, pois nos insere, a partir dos marcadores sociais da diferença, na vida dos cuidados em seus percalços e invenções e no campo da saúde mental materna; mas também no grande campo dos direitos sexuais e reprodutivos. Depois de um ano pandêmico, em que intensamente escreveu-se sobre casas, maternidades e cuidado, pretendemos debater como as maternagens podem nos fazer pensar sobre o “cotidiano” que é “crítico”, a respeito de teoria de gênero e feminismos; direitos reprodutivos; cuidado; sobrecarga mental; trabalho doméstico e formas plurais de cuidados com as crianças. Sendo assim, serão, bem-vindos trabalhos que dialoguem com parentalidades; deficiência; “maternagens trans”; “mães ativistas”; “mães múltiplas”; “mães adotativas”; “mães solo”; bem como maternagens periféricas; negras; acadêmicas; cansadas e deprimidas; de quem não quer ser mãe; de mães que lutaram para parir; para gestar; para aleitar; em seu muitos e múltiplos sentidos. Mães em todo o plural que pode operar, a partir do que o maternar possa lhe (re)significar.

Luciana Ribeiro de Oliveira (UFPB)  
tialulucaribeiro@gmail.com
Beatriz Brandão (USP)

 

brandao.beatrizm@gmail.com

Este GT se apresenta na proposta de dialogar sobre e com a arte enquanto instrumento de luta e também experimento político de mulheres. Incluem-se aqui as várias identidades e corpas femininas, ou ainda, as diferentes formas de se afirmar e ser mulher (mulheridades), bem como, compreende-se a arte de forma ampliada, interseccional e plural. A ideia é trazer para o debate discursos e experimentações sobre artes, feminismos, e mulheridades que priorizem vozes coletivas e/ou marginalizadas. Para isso, buscamos relatos, experimentações e/ou pesquisas de/com pessoas artivistas que tenham como instrumento de luta as linguagens das performances, das auto exposições corporais, das artes cênicas, das músicas, das poesias, dentre outras, que façam uso de suas corpas, vozes e letras como principais plataformas de expressão. Corpas, vozes e letras que possam ampliar o debate para, de forma interseccional, dialogar com o feminismo negro e com o transfeminismo. Movimentos identitários, percepções e lutas que sigam em direção à libertação e ao empoderamento feminino através de linguagens artísticas. Buscam-se trabalhos e experimentações que possam debater esse novo contexto de produções artísticas que tenham como plataforma não só a denúncia das violências e dos abusos sofridos por essas corpas femininas, mas também, a exaltação das diferentes potências, belezas e poderes presentes nessas mulheridades e que se contrapõem aos discursos e práticas heterocisnormativas, patriarcais, machistas e/ou sexistas.

Márcio Luiz Mello (FIOCRUZ/RJ) – mlbmello@gmail.com
Raquel Ferreira Rangel Gomes (pesquisadora independente/ França) –raquelfrg@hotmail.com

Este GT tem como objetivo propor um novo espaço de discussão a partir de uma perspectiva antropológica e etnográfica sobre a saúde e as diversas  formas de obtê-la. Ao se constituir como um espaço de diálogos, trocas e interlocuções, o GT busca reunir estudantes e pesquisadores das ciências humanas, das artes e das ciências da vida que estejam desenvolvendo ou tenham concluído pesquisas que através de abordagens teórico-metodológicas diversas dedicam-se a compreender os diferentes diálogos possíveis entre artes, culturas, saúde e antropologia. A partir da 1° Conferência Internacional sobre promoção da saúde, ocorrido em 1986 em Ottawa, tem-se um conceito ampliado de saúde envolvendo condicionantes e determinantes do processo saúde/ doença, e não somente a saúde como ausência de doença. Desde então, crescem as possibilidades antropológicas e etnográficas que utilizam essa concepção ampliada e, com isso, ganham sentido os trabalhos que relacionam saúde com aspectos culturais e artísticos de diferentes grupos sociais. Nesse sentido, serão aceitos trabalhos que relacionem artes nas suas diversas formas de manifestação (artes plásticas, música, dança, teatro, etc…) e a promoção da saúde, contemplando também pesquisas sobre educação não formal, novas formas terapêuticas, cuidado e humanização, e, tecnologias sociais.

Carlos Guilherme do Valle (UFRN)
cgvalle@gmail.com
Lucas Pereira de Melo (USP/RP)
lpmelo@usp.br

 

Este GT objetiva discutir práticas estatais e processos de formação de mobilizações sociais e ativismos em HIV/aids. O debate visa a integrar os campos da Antropologia da Saúde e da Saúde Coletiva, tendo em vista os espaços, as trajetórias sociais e a produção de saberes, destacando os efeitos decorrentes de formas institucionais e práticas estatais historicamente situadas na conformação da mobilização sociopolítica relacionada ao HIV/aids. Acolhemos análises etnográficas, relatos de experiência e teóricos que privilegiem os seguintes eixos temáticos: 1) “parcerias” e confrontos entre atores sociais, mercado/indústria farmacêutica e instituições/grupos/serviços; 2) mediação, controle/participação social em saúde e construção da cidadania; 3) processos e modalidades de construção ou formação de sujeitos, de identidades e de biossocialidades articulados ao engajamento em mobilizações/ativismos biossociais, a marcadores sociais da diferença e às territorialidades diversas; 4) práticas estatais e formulação de políticas públicas em HIV/aids; 5) crise, cronicidade da infecção pelo HIV, “desmonte do SUS” e vulnerabilização de sujeitos; e 6) intercessões societárias e culturais em termos das experiências de viver a coexistência de pandemias e epidemias – HIV/aids, sífilis, TBC e Covid-19. Dessa forma, buscamos privilegiar trabalhos que destaquem as disputas e negociações em torno de arranjos sociais e institucionais relativos ao viver com HIV/aids que acabam sendo afetados em razão de processos identitários e de reconhecimento cujas implicações ressoam na vida social, na circulação de significados culturais, nos saberes eruditos, e ainda na formulação de políticas públicas.

Marcos Carvalho (UFRGS) 
dabata@gmail.com
Raquel Litter (UFRN) 
Raquelitterio@gmail.com
Debatedor: Rogério Azize (UERJ)

 

 

A relação entre os termos que designam este GT esta posta a olho nu nestes tempos de eventos críticos. Um holofote ilumina as fronteiras mal demarcadas entre saúde e política, expondo o trágico que atravessa nosso cotidiano, nessa precariedade distribuída, como sempre, de forma desigual. Desde pelo menos a década de 1960, o campo heterogêneo das antropologias médica e da saúde vem demonstrando a dimensão política das experiências de saúde e doença, envolvendo desigualdades estruturais de sujeitos em sofrimento e conflitos entre distintos sistemas de cura e epistemologias. Por sua vez, o campo multidisciplinar dos estudos sociais da ciência e da tecnologia traz importantes contribuições no debate sobre a produção, transformação e questionamento de verdades enquanto práticas e relações cotidianas entre atores humanos e não-humanos. O GT busca reunir trabalhos que partem da interface entre estes campos de conhecimento e da conexão entre domínios do mundo social cuja separação nos soa como fake news. Queremos colocar em diálogo propostas que lidem com:

  • Modelos de conhecimento e modelos de ação em ciência e saúde
  • Ciência no espaço público
  • Legitimação científica
  • Ciência que se faz nas margens
  • Ciência, produção de verdades e pós-verdades
  • Controvérsias científicas
  • Difusão/vulgarização/popularização científica
  • Medicamentos, drogas e substâncias
  • Tensões entre o paliativo, preventivo, curativo, aprimoramento, terapêutico
  • Marcos regulatórios
Julian Simões (Unifesp/FAPESP)
eujuliansimoes@gmail.com
Túlio Maia Franco (UFRJ/FAPERJ)
tuliofranco90@gmail.com

 

O GT visa dar continuidade às discussões por nós desenvolvidas na III RAS e buscará reunir trabalhos que examinem os cruzamentos entre violência, saúde e cuidado. Frequentemente certas categorias centrais na antropologia da saúde, como a de cuidado, são compreendidas como opostas a violência. No entanto, em diversos contextos etnográficos, seja pela burocratização dos protocolos de atenção e cuidado, seja pela precarização material, afetiva e política das relações de cuidado, diferentes formas de violência (institucional e extrainstitucional) atravessam cotidianamente as práticas de saúde. Dessa maneira, esperamos trabalhos que analisem as tensões e os desafios das experiências de cuidado em contextos marcados por variadas formas de violência, física, simbólica e psicológica. Também estimulamos o envio de contribuições que abordam as políticas públicas de enfrentamento e redução das violências na área da saúde, bem como discussões que tomem a violência como categoria política passível de distintos agenciamentos e (de)composições. Nesse sentido, considera-se tanto a estigmatização de certas populações dentro deste enquadramento, assim como a transformação de uma violência numa forma de acesso e inserção a uma rede de saúde e garantia de direitos outrora negligenciados. Encorajamos contribuições de caráter etnográfico, relatos de experiência de pesquisadores e profissionais da área da saúde, além de reflexões teórico-metodológicas sobre os temas propostos.

Cauê Fraga Machado (UFRGS)
cauefm@gmail.com
Ivana Teixeira (UFCSPA/UNB)
ivanasteixeira@gmail.com

Por muito tempo antropologia do corpo e antropologia ecológica tratavam de assuntos distintos: sobre o corpo em um ambiente, ou sobre um ambiente afetando um corpo. Contribuições com as de Bateson (1979) ao falar de uma mente que faz com o ambiente organismo-ambientes em interação abriram possibilidades para formulações como as de Ingold (2015) no qual não mais a mente, mas a pessoa se abre para o mundo e se compõe com o ambiente. Somos todos habitantes desse mundo, criando habilidades, aprendendo através dos rastros, nos espiralando em hecceidades infinitas, ou seja, corpo-ambientes. Buscamos com esse GT, a partir de material empírico/etnográfico demonstrar casos nos quais corpo-ambiente promovem, fazem, ou, pelo contrário, são ameaçados e se desmancham em sua ligação com a saúde e o saudável. De maneira abrangente podemos vislumbrar essa abordagem analisando a espacialidade implicada na produção de saberes corporais e as condições ambientais que limitam ou favorecem a produção da vida através das relações entre, por exemplo, saneamento urbano e saúde pública, doenças vetoriais e geografia, práticas de saúde e a composição dos espaços. Notadamente, essa abordagem pode nos remeter ainda a relações ecológicas como, por exemplo, quando dizemos que o chá de boldo é a memória corporal da dor de barriga (Anjos 2004), não estamos falando por metáforas, mas de modos de existência nos quais corpo e território possuem limites desconhecidos por nós, que não se encerram na pele, mas se compõem de modos insuspeitos fazendo corpos-ambientes saudáveis.

Dayse Amâncio dos Santos (UFRPE)
dayse_amancio@hotmail.com
Roberta de Sousa Mélo (UNIVASF)
rdesmelo@gmail.com

 

A proposta deste Grupo de Trabalho é debater os estudos da Antropologia da Saúde e suas correlações com reflexões sobre o corpo, o cotidiano e consumo. As práticas de cuidado com o corpo e as modificações corporais são uma das dimensões de interesse. O GT se propõe a dialogar sobre a saúde e o cotidiano, refletindo sobre o cotidiano de famílias ou segmentos com demandas específicas, tais como deficiência ou demandas de saúde mental. O GT aceitará também trabalhos que ofereçam respostas ou reflexões em torno das relações entre saúde e o consumo, inclusive considerando as diferentes realidades do acesso aos serviços dos setores público e privado. Os trabalhos podem abordar essas temáticas e suas relações com as dimensões de gênero, raça, etnia, classe e geração. O debate pode ainda refletir sobre os impactos e as consequências da pandemia do Covid 19, seja nos cuidados corporais, nas novas demandas do cotidiano ou nas novas questões de consumo que se impõem.

Esmael Alves de Oliveira (PPGAnt/PPGPsi/UFGD) 
esmael_oliveira@live.com
Marcos Aurélio da Silva (ISC/UFMT/NAPlus/PPGAS/UFSC)
marcoaureliosc@hotmail.com

O presente GT, desde uma perspectiva transdisciplinar, tem como proposta agregar pesquisas e reflexões, de caráter empírico e/ou teórico, em torno das discussões sobre corpo, saúde territorialidades e subjetividades na(s) cidade(s), em busca de compreender o que dizem sobre as políticas de ocupação do espaço urbano ou sobre o direito à cidade, a partir das interfaces da Antropologia com a saúde, a comunicação, as artes e as políticas (públicas, dos movimentos sociais, da vida). Tomamos aqui o sentido de política como não exclusivo às políticas do Estado, incluindo aí também as políticas dos coletivos urbanos engajados nessas performances, que produzem vida e saúde em contextos diversos e adversos, com a presença ou ausência do Estado. A partir de nossos respectivos campos de atuação e realidades socioculturais nas quais estamos inseridos, enquanto docentes e pesquisadores, buscamos pensar os territórios e territorialidades marginais, cuja presença na paisagem urbana contrapõe uma cidadania higienista e/ou denuncia a existência de uma arquitetura hostil; as territorialidades itinerantes de sujeitos LGBTs, cuja existência teima em desafiar a invisibilidade e a violência a que são cotidianamente submetidos na paisagem urbana das cidades metropolitanas, interioranas e/ou rurais; os processos de sofrimento e subjetivação de sujeitos e coletivos em suas relações e negociações com o espaço urbano e cujos corpos, atravessados por marcadores sociais de diferença e pelo racismo institucional e estrutural, têm suas vidas marcadas como “matáveis” e “não passíveis de luto”; os agenciamentos micropolíticos de sujeitos e coletivos de mulheres, negros, indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais, que expõem seus olhares e constroem seus saberes na cidade, como uma crítica aberta às políticas oficiais e empresariais de ocupação do espaço. Nesse enquadre, em que corpo, saúde e cidade são compreendidos enquanto artefatos simbólicos, (bio)políticos e culturais, atravessados por relações de saber-poder, o que as pesquisas contemporâneas teriam a nos revelar? É o que desejamos acessar e visibilizar.

Fernando José Ciello (UFRR); 
fernando.ciello@gmail.com
Everson Fernandes Pereira (UFRGS) 
versonf@gmail.com
Waleska de Araújo Aureliano (UERJ).
waurelianorio@gmail.com

 

 

 

Este Grupo de Trabalho pretende reunir propostas que engajem antropologicamente com a reflexão sobre categorias e processos diagnósticos,nreconhecendo aí diferentes possibilidades teóricas e atravessamentos. A ideia de que categorias diagnósticas são performadas, “atuadas”, praticadas, é particularmente relevante aqui, entendendo que – ao contrário de limitar a experiência e tratamento da doença a um conjunto bem definido de prescrições e definições – processos e categorias diagnósticas na verdade multiplicam as doenças e suas realidades. A ideia de uma política ontológica nesse campo tem permitido aprofundar, portanto, sobre as relações entre diagnósticos, o ordinário e o “impuro”, tensionando as premissas de que tais categorias existem somente enquanto manifestações biomédicas, unívocas e auto-contidas. Buscamos, assim, receber contribuições que ressaltem: a experiência de receber e conviver com determinados diagnósticos; os modos por meio dos quais categorias diagnósticas produzem e reproduzem práticas e conhecimentos sobre saúde/doença (e/ou outras categorias); as diferentes interações entre práticas diagnósticas, políticas e contextos sociais; as articulações entre diagnósticos e quadros experienciais e históricos mais amplos; agenciamentos terapêuticos; processos diagnósticos; reflexões decorrentes ou associadas com a pandemia ocasionada pelo Coronavírus e o contexto de crise sanitária, entre outras propostas.

Ana Paula Perrota (UFRRJ)
anapaula_perrota@hotmail.com
Felipe Vander Velden (UFSCar)
felipevelden@yahoo.com.br

 

As Ciências Sociais reconhecem, já há bastante tempo, que a saúde humana não constitui fenômeno exclusivamente biológico ou biomédico, e reivindicam sua atuação num campo que percebe saúde e doença como estados ou processos eminentemente naturalculturais. Os estudos antropológicos sobre relações entre humanos e animais, por seu turno, advogam que o dualismo humano versus animal é, assim como a oposição mais geral entre natureza e cultura, falso, e que se faz necessário incorporar os animais e demais seres outros-que-humanos aos estudos e às reflexões sobre fenômenos sociais, perfazendo, aqui também, naturezasculturas. Deste modo, as investigações sobre a saúde humana e a saúde animal parecem, igualmente, poder recusar os dualismos e muito beneficiar-se de esforço conjunto para compreensão do que podemos chamar de uma saúde multispécies. Tanto eventos críticos (epidemias, pandemias, surtos, zoonoses) como eventos cotidianos (doenças crônicas e endêmicas, zooterapias e pet-terapias, ocorrências de ataques e acidentes com espécies peçonhentas, mercado de saúde pet e medicina veterinária, carnivorismo, vegetarianismo/veganismo, e mesmo a emergência de planos de saúde que abrangem as novas famílias mulstispecíficas, entre outros) em saúde sugerem o profundo emaranhamento da saúde humana e da saúdes animais, e a virtual impossibilidade de tratar uma(s) em desconexão com a(s) outra(s). Este grupo de trabalho pretende reunir pesquisadore(a)s interessado(a)s nos entrelaçamentos entre eventos de saúde humana e animal, e que apostam em abordagens multispécies para a compreensão da saúde como um fenômeno ao mesmo tempo naturalcultural e humanimal.

Ednalva Maciel Neves (PPGAS/UFPB)
ednmneves@gmail.com
Rachel Aisengart Menezes (IESC/UFRJ)
raisengartm@terra.com.br

 

A partir do decreto oficial da pandemia pelo coronavírus 19 em 2020, pela OMS, há notícias referentes ao aumento do número de mortes por patologias não covid-19. Cirurgias eletivas são adiadas, consultas médicas e tratamentos postergados e, quando algumas condições clínicas demandam internação hospitalar, o risco de contaminação por covid-19 se apresenta. Pensamos sobre as experiências com outros adoecimentos infecciosos/agudos (a exemplo da dengue) e crônicos ou de longa duração, doenças genéticas, tratamentos oncológicos, entre outros. Nossas inquietações convergem no sentido de entender: como os sistemas de saúde locais têm se organizado para responder às demandas existentes anteriormente ao coronavírus, quais as estratégias das pessoas e famílias para garantir a atenção na pandemia. Ao mesmo tempo, pensamos em dialogar acerca das metodologias e estratégias de investigação para abordar essa problemática de pesquisa durante a pandemia. Este GT se propõe a debater relatos e estudos que abordem o adoecimento, as estratégias locais, políticas, pessoais e familiares de enfrentamento do adoecimento, do processo do morrer por outras doenças que não-covid-19 em tempos de pandemia, especialmente abordando as continuidades e rupturas com o panorama anterior ao surgimento do coronavírus.

Kátia Lerner (Fundação Oswaldo Cruz)
katia.lerner@icict.fiocruz.br
Andreia Vicente da Silva  (Universidade Estadual do Oeste do Paraná)
deiavicente@gmail.com

A partir do início da pandemia de Covid-19 observa-se uma profusão de relatos testemunhais referentes ao sofrimento individual e familiar, às perdas sofridas, ao processo de luto e aos rituais de morte. Essas narrativas autobiográficas são marcadas pela exposição pública das vidas privadas e das emoções, e passam a ser objeto de publicações nas redes sociais, espaços jornalísticos e de entretenimento, assim como em boletins e dossiês das ciências sociais. A produção de testemunhos em face do confinamento, do empreendimento cotidiano de cuidado, das mudanças nas formas de trabalho e de interação social é contínua e crescente. Este GT se propõe a debater a centralidade do testemunho como meio de entendimento coletivo e individual da nova realidade imposta pelo advento da pandemia, suas implicações éticas e políticas, e o lugar que a narrativa em primeira pessoa vem adquirindo como forma de autenticação e de legitimação de experiências de sofrimento.

Marcia Reis Longhi (PPGA/UFPB)
marciareislonghi@gmail.com
Eugenia Brage (Cem/USP/CEBRAP)
eugebrage@gmail.com

 

A realidade pandêmica que vivemos pauta discussões tanto macro políticas, quanto do cotidiano e os micro-espaços. Em ambas as dimensões o cuidado emerge como categoria fundamental para possíveis compreensões e análises da conjuntura. A pergunta sobre como as pessoas resolvem no seu cotidiano os diversos problemas derivados da pandemia, coloca desafios práticos, teóricos e políticos que abrem novos caminhos no entendimento das tarefas reprodutivas e as práticas de cuidado em saúde.

A proposta deste GT é abrir um espaço de discussões que tragam reflexões sobre as diversas estratégias de cuidado desenvolvidas, tanto nas comunidades, nos bairros, nos movimentos sociais, nas famílias, quanto nos serviços de saúde, envolvendo tanto a divisão sexual e racial do trabalho reprodutivo, quanto às ações específicas desenvolvidas em cada contexto.

A chamada visa gerar um espaço de diálogo e intercâmbio entre pesquisadorxs e trabalhadorxs da saúde que estejam problematizando, teórica ou empiricamente sobre as várias formas que as práticas de cuidado adquirem no contexto da pandemia, cenário de exacerbação das desigualdades sociais, seja pela falta de renda, quanto pelo risco iminente de contaminação, num clima de profundas incertezas.

São muito bem-vindos trabalhos que levam em consideração diferentes variáveis de gênero, raça, classe social, geração, nacionalidade, etc. e que, por sua vez, envolvam diversos sujeitxs, mulheres e homens cis e trans, idosxs, crianças, pessoas com deficiencia, imigrantes e refuigiadxs, entre outros.

Priscila Farfan Barroso (Organização Pan-Americana de Saúde – Porto Alegre/RS)
prifarfan@gmail.com
Asher Brum (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – Campo Grande/MS)
asherbrum@gmail.com

 

As drogas podem ser substâncias de diferentes ordens, sendo lícitas ou ilícitas, ou até enquadradas como medicamentos, venenos, alimentos, etc. Nesse sentido, relacionar drogas com a área da saúde nos permite evidenciar questões nem sempre explícitas e que merecem a reflexão antropológica.  O que é relevante nesse imbricamento são os significados construídos socialmente que envolvem usos, simbolismos e processos nos quais as drogas estão implicadas. Para isso, buscamos abarcar trabalhos que tenham temas interseccionais com a discussão de drogas em sua ampla definição. Esses temas podem ser: gênero, relações étnico-raciais, religião, classes sociais, políticas públicas, etc. Esperam-se trabalhos que tragam tanto uma reflexão mais teórico-metodológica, como estudos que proponham um diálogo mais empírico.

Denise Pimenta (USP)  
pimentacampo@gmail.com
Lorena Cronemberger (UFPE)
lorefecro@gmail.com

A pandemia do COVID-19 trouxe um contexto em que todo e qualquer espaço social se configura como um potencial lugar de contaminação, ou seja, de risco. Assim, nosso campo de pesquisa se torna  perigoso à priori.  Medo de contaminar e ser contaminado, novos protocolos e limitações no campo, não ter direito à vacina por não ser profissional de saúde, aprender a usar Equipamento de Proteção Individual (EPI), etc. Esses e outros exemplos têm se tornado questões recorrentes em nossas pesquisas. Assim, nos indagamos: quem pode assumir um campo perigoso? Quem pode se expor a esse risco? Como é feito esse “cálculo”? A presente proposta de GT visa discutir sobre as estratégias e atravessamentos acerca da pesquisa empírica em saúde em tempos de pandemia,  de modo a abarcar diferentes estágios de pesquisa, seja quem precisa ou precisou começar o campo neste contexto ou quem precisou modificar a pesquisa, já em andamento. É possível fazer pesquisa online/remota na saúde? Onde é possível e quais as adaptações? Viramos “antropólogos de gabinete” do home office? Esta proposta também dialoga com a questão da saúde mental dos pós-graduandos, pois vivemos um momento em que precisamos continuar produzindo academicamente e muitas vezes nos expor a esses riscos supracitados, somado a um contexto político de descrédito e desmonte da ciência e da potencialização das desigualdades interseccionais (raça, classe e gênero).

Éverton Luís Pereira (UnB)
evertonpereira@unb.br
Anahí Guedes de Mello (UFSC)
anahigm75@gmail.com

 

No Brasil as inúmeras transformações trazidas pelas epidemias do Zika vírus e da Covid-19 modificaram as estruturas sociais de acesso a direitos, gerando impactos significativos para as pessoas com deficiência. As pandemias podem iluminar desigualdades latentes em diferentes países, aprofundando as mazelas sociais conhecidas ou criando outras que ainda não foram categorizadas. As pessoas com deficiência apresentam um conjunto de particularidades que são postas à prova nos momentos de epidemias ou de pandemias, como a dependência de procedimentos terapêuticos, de tecnologias assistivas e de medicamentos que podem se tornar escassos durante uma crise sanitária nacional e global; a presença constante de cuidadores durante o período de distanciamento social; e o acesso regular a serviços. Elas também têm áreas de expertise necessárias e desejadas à vida social durante as epidemias e pandemias, como o ativismo e a educação on-line. Além disso, as pessoas afetadas por pandemias como a do novo coronavírus pode produzir novas deficiências e intensificar deficiências preexistentes de outros contextos, como em epidemias da Zika, a depender da forma como as sociedades respondem a epidemias e pandemias. Considerando as diferentes maneiras pelas quais a deficiência é construída através das políticas de enfrentamento, de controle e de cuidado às epidemias e pandemias em diferentes países, em alguns casos as pessoas idosas e pessoas com deficiência são consideradas descartáveis e desencorajadas a procurar cuidados intensivos, ou mesmo informadas de que sua entrada nos hospitais será recusada. Esperamos trabalhos que reflitam sobre as respostas que as pessoas com deficiência e suas redes de relações têm dado aos inúmeros desafios apresentados à questão da deficiência em contextos de epidemias e pandemias.

Elaine Müller (DAM/UFPE)
elaine.muller@ufpe.br
Júlio Cesar Schweickardt (Fiocruz/AM)
julio.ilmd@gmail.com

Os saberes e as práticas de saúde e cuidado presentes em nossas etnografias podem estar ancoradas em epistemes e técnicas diversas, como a biomedicina e as tradições milenares, performando rituais marcados pela “simbiose” entre diferentes campos. A ideia de simbiose, aqui, tem o sentido dado pela parteira Maria dos Prazeres de Souza (PE), que diz respeito tanto ao exercício de papeis para além do partejar, como à utilização de conhecimentos da parteria tradicional e da obstetrícia biomédica. Essas diferentes epistemologias e tecnologias são socialmente hierarquizadas, em relações que podem operar como mecanismos colonialistas de exclusão e deslegitimação. Quais os desafios colocados para a Antropologia ao deparar-se com complexas simbioses entre saberes e práticas? Partimos do pressuposto que o campo da saúde não se resume ao sentido biomédico, institucionalizado, demandando, um olhar mais alargado e diverso que perpassa a intermedicalidade, as “possibilidades simbiopoéticas de cuidar/fazer o mundo (Nieto Olivar; Prates, 2020), e suas expressões rituais. Nesse escopo, são bem-vindas etnografias e discussões que tangenciem, entre outras: práticas de saúde e cuidado ancoradas em diferentes epistemes; ritos e celebrações que digam respeito à saúde, o cuidado e o bem viver; processos políticos de deslegitimação e reinvenção de saberes tradicionais; ofícios tradicionais relacionados à saúde, o cuidado e o bem viver em seus desafios políticos e técnicos da contemporaneidade.

Coordenação: Ana Cláudia Rodrigues (PPGA/FAGES – UFPE) e  Gabriel Brito (Doutorando em Antropologia pela UFPE)

Mesas Redondas

Confira aqui as Mesas Aprovadas.

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Luciano Cardenes (UFMT/UNICAMP)
Rui Harayama (UFOPA/UFSC/ABRASCO/Fórum sobre Medicalização)

 

 

Palestrantes:
Clayton De Souza Rodrigues (ILMD-Fiocruz)
Eliene Dos Santos Rodrigues Putira Sacuena ( UFPA/DSEI) –
Vanda Witoto (Parque das Tribos) –
Debatedora:
Inara do Nascimento Tavares (UFRR/Abrasco/CPDA)

 

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Rosamaria Carneiro (UnB)
Elaine Reis Brandão (UFRJ)

 

 

Palestrantes:
Rozeli Maria Porto (DAN/UFRN)
Elaine Reis Brandão (IESC/UFRJ)
Emanuelle Góes (UFBA/Fiocruz/RedeCoVida)
Debatedora:
Rosamaria Carneiro (UnB)

 

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenadora:
Daisy Damasceno Araújo ( IFMA/Rede (CO)Vida)

 

Palestrantes:
Daisy Damasceno Araújo – (IFMA/Rede (CO)Vida)
Rosa Tremembé
(Membro/Liderança Indígena)
Debatedora: Ana Caroline Amorim Oliveira – (UFMA/Rede (CO)Vida)

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Daniela Calvo. (PPCIS/UERJ/NUER/AIS/CETRAB).
Pedro Crepaldi Carlessi. (PPGSC/FMUSP/erne-USP).
Palestrantes:
Mãe Solange (Círculo de Irradiações Espirituais de São Lázaro -São Paulo/SP)
Ya Gedeunsu (Casa de Cabocla Iracema – Belém/PA)
Daniela Calvo (NUER/UERJ, CETRAB, AIS-Itália)

Debatedor:
Pedro Crepaldi Carlessi (PPGSC e Cerne-USP).

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Natália Fazzioni (FIOCRUZ)
Raquel Littério (EMCM/UFRN)

 

 

 

Palestrantes:
Leandro David Wenceslau (Universidade Federal de Viçosa)
Érico Gurgel (EMCM/UFRN)
Rita Helena Borret (ENSP/FIOCRUZ e SMS RJ)
Debatedor: Octavio Bonet (IFCS/UFRJ)

 

 

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenador:
Lucas Freire (Pesquisador FGV)

 

 

Palestrantes:
Leonardo Pedrete (DPU-RS)
Leticia Ferreira (UFRJ)
Lucas Freire (FGV)
Debatedora:
Ciméa Bevilaqua (UFPR)

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenadora:
Jaqueline Ferreira (IESC/UFRJ)

 

Palestrantes:
Cláudia Fonseca (UFRGS)
Soraya Fleischer (UNB)
Sonia Maluf (UFSC/UFPB)
Debatedora: Elaine Reis Brandão (IESC/UFRJ)

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenadora:
Ceres Víctora (UFRGS/ NUPACS.)

 

Palestrantes:
Cauê Fraga Machado
(PPGAS/UFRGS/NUPACS/UFRJ)
Indira Caballero (UFRGS/UFRJ/ UFG/ USP/CAROÁ)
Everton de Oliveira (Unicamp/PPGS-UFSCar/UEM/IPP/Cebrap).
Debatedor:
José Miguel Nieto Olivar (USP/LIMINAR-UNIFESP/UFAM/LaHibrid/

 

 

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenadora:
Rosana Castro (UERJ)

 

 

Palestrantes:
Cíntia Engel (UFBA)
Ana Cristina Pimentel (UFSJ/ Secretaria de Saúde de Juiz de Fora-MG)
Romário Vieira Nelvo (UFRJ)
Debatedor: Rogerio Lopes Azize (IMS/UERJ)

 

 

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coodenadores:
Érica Renata de Souza – (UFMG)
Camilo Braz – (UFG).

 

 

Palestrantes:
Érica Renata de Souza – (UFMG/GESEX/FAFICH/UFMG)
Sofia Sereno Gonçalves Repolês ( UNIFESP)
Adriana Fernandes Carajá
(UFMG)
Debatedor:
Camilo Braz (UFG/CORPORA/UFG). 

 

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coodenadores:
Thais Oliveira Brandão (Universidad de Santiago de Compostela ES)
Giovanna De Carli Lopes (PÓS-AFRO/UFBA)

 

 

Palestrantes:
Mariana Ramos Pitta Lima
(ISC/UFBA/ MUSA)
Cristiane Santos Souza (UNICAMP/ UNILAB/Pós-Afro/UFBA)

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenação:
Lucas Melo (EERP/USP)

 

Palestrantes:
Gleidson Vieira (FAGES/UFPE)
Pisci Bruja (PPGAS/ USP)
Wertton Matias (PPGAS/UnB) 
Thiago Oliveira (PPGAS/USP)
Debatedora: Luziana Silva (UFPB)

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenadores:
Aluízio de Azevedo (Fiocruz/MS)
Edilma do Nascimento (PPGAS/UFRN) 

 

 

 

Palestrantes:
Gabriela Marques (InCom-UAB/ Estácio Brasília)
Jucelho Dantas (UEFS)
Marcilânia Alcântara (SME/SOUSA-PB e UNOPAR)

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenador:
Gustavo Gomes (UFAL/Campus Sertão/ Egbé/UFAL)

 

Palestrantes:
Jamila Marques (Grupo de Estudos, Pesquisa e Experimentos do Corpo Ara Agontimé/PPGCI/FUNDAJ/UFRPE)
Paulo Queiroz (Coreógrafo e presidente do Balé Afro Raízes, coreógrafo e bailarino do Maracatu Nação Maracambuco e bailarino do Maracatu Nação Pernambuco)
Sandra Haydéé Petit (FADE/UFC/NACE)
Debatedora:
Renata Mesquita (Grupo de Estudos, Pesquisa e Experimentos do Corpo Ara Agontimé/PPGA/ FAGES/UFPE)

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Alex Vailati (PPGA/UFPE)
Igor Holanda (PPGA/UFPE)

 

Palestrantes:
Gabriel Peters (PPGS/UFPE)
Luiz Fernando Dias Duarte (PPGAS Museu Nacional/UFRJ)
Mercês de Fátima dos Santos Silva (PPGAS/UFRN)
COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenação:
Marion Teodósio de Quadros (UFPE)

 

 

Palestrantes:
Rafael Dhalia (Fiocruz – PE)
Flávia Vieira (UFPE) –
Debatedora: Silvana Sobreira de Matos (UFPE)
COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenadora:
Ana Cláudia Rodrigues (PPPGA/UFPE/FAGES/AYÊ)

 

 

Palestrantes:
Fabrina Juliana (CANNAPE)
Risoneide Araújo (Representante do Coletivo de Mães Independentes)
Pedro Mello (Médico Prescritor de Cannabis Medicinal, Especialista em Neurociência Aplicada – UFPE)
Debatedora: Suênia Pinto (PPGA/UFPE/FAGES)

 

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coodenadores:
Ana Carolina Maia                 (IMS/UERJ)       
Rafael Agostin (FM/UNICID)

 

 

 

Palestrantes:
Sérgio Carrara (IMS/UERJ)
Cristiana Bastos (ICS/ULisboa)
Eduardo Melo (ENSP/Fiocruz)
Debatedora:
Mónica Franch
(CCHLA/UFPB)

 

 

 

 

 

Coordenadora:
Dayse Cabral de Moura (NEAB/UFPE / CE/UFPE)

 

 

Palestrantes:
Denise T”Ògún Botelho (DED/ UFRPE/ Yalorixá – Ilê Asé Alagbede Orun)
Adilson Severiano Oliveira  (Babalorixá Adilson de Oxaguian, Educador Popular em Saúde, Militante da vida e dos Direitos Humanos)
Camille Gomes (PPGA/UFPE)
Debatedoras:
Renata Mesquita (PPGA/ FAGES/UFPE) e Rosália Cristina Andrade Silva (PPGA/UFPE)

 

 

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Adriane das Neves Silva – ( LGBT DC/RJ).
Ana Carla Lemos (Instituto Papiro/FAGES/UFPE)/Rede LesBi – Brasil)

 

 

Palestrantes:
Ana Carla Lemos- Ana Carla Lemos (Instituto PAPIRO/FAGES/UFPE)/Rede LesBi – Brasil)
Adriane das Neves Silva – ( LGBT DC/RJ).
Grazi Tagliamento – (UFSC)/USP). –
Debatedora: Virginia de Santana Cordolino Nunes (UFSC/UFRB/CEGRES/UNEB).

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenador:
Anaxsuell Fernando da Silva (Unila)

 

Palestrantes:
Beatriz Brandão dos Santos (USP)
Janaína Alexandra Capistrano da Costa (UFT)
Asher Grochowalski Brum Pereira (UFMS)
COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coodenadores:
Renato Athias (UFPE)/NEPE/SSL).
Danilo Ramos (ETNOLINSI-UFBA).

 

 

 

Palestrantes:
Luciana Benevides (UniCEUB/SSL).
Sofia Mendonça (UNIFESP).
Domingos Barreto (liderança indígena do povo Tukano/FOIRN).

 

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenadora:
Luciana Lira (Fages/UFPE)

 

 

Palestrantes:
Silvana Sobreira de Matos (FAGES/UFPE
Luciana Campelo de Lira: (FAGES/UFPE/Faculdade Damas de Instrução Cristã-FADIC)
Debatedora:
Soraya Fleischer: (UnB/CASCA)

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenadores:
Ana Carolina de Oliveira Costa ( UnB)
Chirley Rodrigues Mendes (UnB)

 

 

Palestrantes:
Ana Carolina de Oliveira Costa (UnB)
Chirley Rodrigues Mendes (UnB)

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenadoras:
Jules Falquet (Instituto de Estudos Políticos de Paris/PUCMM)
Ana Carla Lemos (Instituto PAPIRO / FAGES/UFPE/LUAS/COMLESBI)
Ochy Curiel (PUCMM/(UASD).

 

 

Palestrantes:
Jules Falquet (Instituto de Estudos Políticos de Paris/PUCMM)
Ana Carla Lemos (Instituto PAPIRO / FAGES/UFPE/LUAS/COMLESBI)
Ochy Curiel (PUCMM/(UASD).
Debatedora: Dayana Brunetto – (UFPR/LABIN)

 

 

 

 

COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Coordenadoras:
Elaine Müller (DAM/UFPE)
Júlia Morim (PPGA/UFPE)
Palestrantes:
Júlia Morim (Museu da Parteira)
Maria Luíza Dias (Rede de Parteiras Tradicionais do Amapá)
Núbia Melo (IMIP/PE).
Debatedora: Elaine Müller (DAM/UFPE)
COORDENADORES
PALESTRANTES/DEBATEDORES
Dra. Anahí Guedes de Mello, Anis – Instituto de Bioética
Debatedora:  Helena Fietz, UFRGS
helenafietz@gmail.com
Dra. Martha Cristina Nunes Moreira
Instituto Fernandes Figueira (IFF)/FIOCRUZ
marthacnmoreira@gmail.com
 
Dr. Everton  Luís Pereira
Departamento de Saúde Coletiva (DSC)/ FS/UnB
everton.epereira@gmail.com 
 
Dnda. Beatriz Klimeck Gouvêa Gama
Instituto de Medicina Social/UERJ
klimeckbeatriz@gmail.com 
 

Memória RAS

Confira os melhores momentos dos eventos

I RAS

II RAS

Fotos II RAS: Alex Amaral.

III RAS

Podcast

Confira os programas 

A Antropologia da Saúde é a pauta da série especial do Museológicas Podcast no ensejo da preparação para a IV Reunião de Antropologia da Saúde (RAS), a ocorrer, de modo remoto, em setembro de 2021 e organizada pela UFPE (AYE, FAGES, NEPE). Lançaremos programas mensais sobre os debates mais urgentes do campo neste momento de pandemia e que serão tratados na IV RAS, cujo tema é: "Eventos críticos e cotidianos de saúde". Neste primeiro episódio, os/a professores/a Ana Cláudia Rodrigues, Hugo Menezes Neto, Parry Scott, e a mestranda Ana Katarina Brito, do PPGA/UFPE, conversam com a Soraya Fleischer, professora do Departamento de Antropologia da UnB e uma das organizadoras da segunda edição da RAS (Brasília, 2017). Discutimos nesse encontro a importância do evento na atual conjuntura política do Brasil e em meio à maior crise mundial de saúde da história recente, além de questões ligadas às pesquisas e aos posicionamentos críticos da nossa convidada. O Museológicas Podcast é uma ação do Departamento de Antropologia e Museologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE. Nossos conteúdos estão disponíveis em todas as plataformas de podcast.
Trabalharam neste programa: Ana Cláudia Rodrigues, Hugo Menezes Neto, Parry Scott, Ana Katarina Brito.
Projeto gráfico da série: Polly Cavalcanti e Ana Katarina Brito.
Comunicação: Hugo Menezes e Iri Freitas.
clique e ouça
No mês em que se celebra a luta e resistência dos povos indígenas no Brasil, lançamos o segundo episódio da Série "Antropologia da Saúde", realizada no ensejo da preparação para a IV Reunião de Antropologia da Saúde (RAS), que ocorrerá em setembro, organizada pelo PPGA/UFPE. Neste programa, os professores Ana Cláudia Rodrigues, Renato Athias e Hugo Menezes Neto, junto com a mestranda Ana Katarina Brito, conversaram com Xicê Fulni-ô, pajé das plantas e detentor da medicina tradicional do povo indígena Fulni-ô (Pernambuco/Brasil). Ele fala sobre a importância das práticas de saúde tradicional indígenas e sua relação com a biomedicina, ainda discute quais pautas importantes devem ser debatidas na IV RAS. O Museológicas Podcast é uma ação do Departamento de Antropologia e Museologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE. Nossos conteúdos estão disponíveis em todas as plataformas de podcast.

Produção da série: Ana Cláudia Rodrigues, Ana Katarina Brito.
Projeto gráfico: Polly Cavalcanti e Ana Katarina Brito.
Comunicação: Iri Freitas e Hugo Menezes
clique e ouça
Está no ar o terceiro episódio da Série "Antropologia da Saúde", realizada no ensejo da preparação para a IV Reunião de Antropologia da Saúde (RAS), que ocorrerá em setembro de 2021, organizada pelo PPGA/UFPE. Neste programa, os professores do PPGA/UFPE, Ana Cláudia Rodrigues e Hugo Menezes Neto, junto com a mestranda Ana Katarina Brito, conversaram com Mónica Franch - professora do PPGA/UFPB e uma das organizadoras da primeira edição do evento -  sobre suas pesquisas acerca da epidemia de HIV/AIDS, da pandemia da COVID-19, das políticas públicas de saúde e de outros temas importantes a serem debatidos na IV RAS. O Museológicas Podcast é uma ação do Departamento de Antropologia e Museologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE. Nossos conteúdos estão disponíveis em todas as plataformas de podcast.
Produção da série: Ana Cláudia Rodrigues, Ana Katarina Brito e Hugo Menezes Neto.
Projeto gráfico: Polly Cavalcanti e Ana Katarina Brito.
Comunicação: Iri Freitas e Hugo Menezes Neto.
clique e ouça
O Museológicas Podcast discute "Vacina contra a COVID-19" no quarto episódio da série "Antropologia da Saúde", realizada no ensejo da preparação para a IV Reunião de Antropologia da Saúde (RAS), que ocorrerá em setembro de 2021, organizada pelo PPGA/UFPE. Neste programa, os professores do PPGA/UFPE, Ana Cláudia Rodrigues e Hugo Menezes Neto, junto com a doutoranda Flávia Vieira e a mestranda Ana Katarina Brito, conversaram com Rosana Castro (UERJ) sobre questões sociais e políticas em torno da vacina e da gestão da pandemia no Brasil.
clique e ouça
No mês em que celebramos o dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha (25), duas pesquisadoras negras debatem suas pesquisas no quinto episódio da série "Antropologia da Saúde", no qual discutimos "Saúde da População Negra". Neste programa, Hugo Menezes Neto (professor PPGA/UFPE) e Ana Katarina Brito (mestranda PPGA/UFPE), conversam com Ana Cláudia Rodrigues (PPGA/UFPE) e Camille Gomes (mestranda do PPGA-UFPE), sobre doença falciforme e violência obstétrica, temas que incidem na experiência de pessoas negras. Racismo, política e saúde estiveram na pauta desse encontro. A série é realizada no ensejo da preparação para a IV Reunião de Antropologia da Saúde (RAS), que ocorrerá em setembro de 2021, organizada pelo PPGA/UFPE.
clique e ouça
No sexto episódio da série Antropologia da Saúde falaremos sobre o conceito, a organização e a programação da IV Reunião de Antropologia da Saúde (RAS), que ocorrerá entre os dias 22 e 24 de setembro de 2021, com o tema “Eventos Críticos e Cotidianos de Saúde”. Essa edição da RAS é organizada pelo programa de Pós-graduação em Antropologia (PPGA) da UFPE, mais especificamente pelos grupos de pesquisa FAGES, NEPE e AYÉ. Neste programa, o professor Hugo Menezes Neto (PPGA/UFPE) mediou uma conversa com representantes da comissão organizadora: Renato Athias (PPGA/NEPE/UFPE), Ana Cláudia Rodrigues (PPGA/ AYÉ/UFPE), Katarina Brito (Mestranda do PPGA/FAGES) e Ana Carla Lemos (PPGA/FAGES/UFPE). Dentre os assuntos abordados estão a importância, política e acadêmica, da RAS em meio à crise sanitária mundial da Covid-19, os desafios de organizar um evento on-line, e ainda a diversidade de debates e de atividades que os/as participantes terão acesso.
clique e ouça

Inscrições

Confira as modalidades de inscrição

inscrição geral:

Inscrição no PRÊMIO “TABITA BENTES DOS SANTOS” : prêmio tese doutorado em antropologia da saúde-2021

Edital Mostra audiovisual IV RAS

Lançamento de livros da IV RAS
Reunião de Antropologia da saúde: eventos críticos e cotidiano de saúde - 2021

Circulares e chamadas

Comissões:

Comissão Científica:

Russell Parry Scott (PPGA/FAGES/UFPE)
Renato Athias (PPGA/NEPE/UFPE)
Ana Claudia Rodrigues da Silva (PPGA/AYE/FAGES/UFPE)
Andrea Butto Zarzar (UFRPE)
Maria do Carmo Tinoco
Brandão Machado (UPE)
Dayse Amâncio dos Santos (UFRPE)
Roseli Porto (UFRN)
Soraya Fleischer (UNB)
Mónica Franch (UFPB)
Nádia Meinerz (UFAL)
Maria Elvira Diaz Benitez (UFRJ)
Claudia Fonseca (UFRGS)
Jane Russo (IMS-UERJ);
Márcia Longhi (UFPB);
Sandra Valongueiro (PPGISC/UFPE)
Marion Teodósio (UFPE)
Hugo Menezes Neto (PPGA/DAM/AYE/UFPE)
Elaine Muller (UFPE)
Artur Perrusi (UFPE

Comissão de Organização Local:

Russell Parry Scott
Ana Claudia Rodrigues da Silva
Renato Athias 

Comissão Técnico-Científica:

Jeíza Saraiva (PPGA); 
Ana Carla Lemos (PPGA);
Igor Holanda (PPGA); 
Júlia Morim (PPGA/ Museu das Parteiras); 
Lorena Cronemberger (PPGS/ UFPB); 
Palloma Cavalcanti (NEPE/PPGA); 
Raquel Lustosa (FAGES); 
Suênia Pinto (PPGA);

Comissão Técnica Informática:

Renato Athias NEPE/PPGA
Charles Martins (LEC/PPGA/UFPE)
Igor Holanda PPGA/UFPE
Pollydaiane Cavalcanti (PPGA)(LEC/PPGA/UFPE)

Comissão de Comunicação:

Ana Cláudia Rodrigues (AYÉ/PPGA/UFPE)
Pollydaiane Cavalcanti (PPGA/UFPE)
Flávia Vieira (PPGA/UFPE);
Katarina Brito (PPGA/UFPE);
Cristiane Souza (PPGA/UFPE);
Hugo Menezes (AYÉ/PPGA/UFPE).

Comissão de Imagem e Mostras de Filmes:
Renato Athias NEPE/PPGA Renata Mesquita (PPGA/UFPE); Júlia Morim (PPGA/ Museu da Parteira); Elaine Muller (DAM/ Museu da Parteira); Suênia Pinto (PPGA/PPGA); Pollydaiane Cavalcanti (PPGA/UFPE);
Marília Nepomuceno (PPGA/UFPE)
Comissão de Estudantes e Monitoria: (coordenadoras)
Ana Cláudia Rodrigues da Silva (AYÉ/PPGA/UFPE) Jeíza Saraiva (PPGA/UFPE) Igor Holanda (PPGA/UFPE)
Carolina Albuquerque (PPGA/UFPE)
Coordenação Geral:
Ana Claudia Rodrigues da Silva
Renato Monteiro Athias
Russell Parry Scott
Secretária Geral:

Ana Carla Lemos

Vinheta:
Música: Jam da Silva
Arte: Polly Cavalcante
webdesing e edição de vídeo:

Charles Martins (LEC/PPGA/UFPE)